Para que educamos nossos filhos?
São dias competitivos esses em que vivemos, sem sombra de dúvidas. A sociedade, o mercado de trabalho, as necessidades pessoais, tudo ganha corpo e complexidade. A computação que há pouco não existia, interliga ou isola aqueles que dela não façam uso adequado. Os cursos de línguas estrangeiras, as pós-graduações sem fim, os estudos, a escola, tudo em nome da competitividade. Assim, o que ontem bastava para educar, hoje parece pouco. E, na ânsia de dar instrumentos suficientes aos nossos filhos para enfrentar o monstro voraz da competitividade, vamos, sem medidas, buscando tudo e todos, para que ele possa ser o melhor, ser mais, ser o primeiro, ser, enfim, o que aprendeu a competir. Para isso, não contamos os esforços nas horas infindas dos cursos, dos esportes, do reforço escolar, da aula, comprando as ferramentas para ele trabalhar, para ser competitivo. Mas afinal, você já parou para se perguntar para que educamos nossos filhos? Que armas e que combates vo...